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Tinto Brass

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Tinto Brass
Brass em 1990
Nome completoGiovanni Brass
Nascimento26 de março de 1933
Milão, Itália
Morte4 de novembro de 2026 (93 anos)
Roma, Itália
Nacionalidadeitaliano
Ocupaçãocineasta, roteirista e cenógrafo
Período de atividade1963–2026
PrêmiosFestival de Cinema de Veneza
Melhor Filme Italiano
1971. Por La Vacanza.
HRIFF:
Prêmio de Excelência
2012. Pelos primeiros trabalhos de Brass.
Websitetintobrass.it

Giovanni "Tinto" Brass (Milão, 26 de março de 1933 - Roma, 4 de Novembro de 2026), foi um cineasta e roteirista italiano. Nas décadas de 1960 e 1970, realizou muitos filmes de vanguarda aclamados pela crítica, de diversos gêneros. Hoje, é conhecido principalmente por seus trabalhos posteriores no cinema erótico, com filmes como Calígula (1979), Paprika (1991) e Trasgredire (2000).

Biografia

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A juventude

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Nascido de uma família juliana, formou-se em Direito em 1957. No fim dos anos 1950 trabalhou por dois anos na Cinémathèque de Paris, aproximando-se da Nouvelle Vague. Foi também ajudante de Alberto Cavalcanti.[1]

Realizador

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Foi assistente de Roberto Rossellini e Joris Ivens, e seu primeiro filme como realizador foi In capo al mondo (1963)

Outros filmes

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Depois de Il disco volante de 1964; La mia signora com Alberto Sordi do 1964; o spaghetti-western Yankee do (1966); Tinto pega o caminho do cinema mais íntimo com Col cuore in gola (1967), L'urlo (1968) e Nerosubianco (1969); Dropout (1970) e La vacanza (1971). Depois destes filmes, começa o caminho erótico.

Filmografia

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Outros trabalhos

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Tinto foi tambèm jornalista na revista Penthouse e foi sò ator nos filmes La donna è una cosa meravigliosa de Mauro Bolognini (1964); Lucignolo de Massimo Ceccherini (1999); La rabbia de Louis Nero e Il nostro Messia de Claudio Serughetti (2008); Impotenti esistenziali de Giuseppe Cirillo (2009).

Em 1964 realizou também seu único documentário político: Ça ira - Il fiume della rivolta.

Vida pessoal e morte

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Brass e a atriz Caterina Varzi em 2009, no Festival Internacional de Cinema de Veneza.

O apelido de Brass, Tintoretto (posteriormente abreviado para Tinto), foi dado por seu avô Italico Brass, um renomado pintor de Gorizia.[2]

Ele foi casado com Carla Cipriani (n. 1930, apelidada de "Tinta"), de 1957 até a morte dela em 2006. Carla era filha de Giuseppe Cipriani, fundador do Harry's Bar, que administrava o restaurante Locanda Cipriani na ilha veneziana de Torcello e também colaborou como roteirista nos filmes de Brass. O casal teve uma filha e um filho.[3]

Após a morte de sua esposa, Brass iniciou um relacionamento com a advogada Caterina Varzi (n. 1961), que estrelou seu curta-metragem de 2009, Hotel Courbet. Eles se casaram em 2017.[4]

Em 2010, Brass era politicamente afiliado aos Radicais Italianos.[5]

Em 18 de abril de 2010, ele sofreu uma hemorragia intracraniana.[6]

Tinto Brass faleceu em 4 de novembro de 2026 aos 93 anos em Roma.[7]

Referências

  1. ↑ «TINTO BRASS». Consultado em 22 de abril de 2015. Cópia arquivada em 28 de março de 2016
  2. ↑ «Tinto Brass fan website - Italico Brass». Rjbuffalo.com. Consultado em 13 de outubro de 2010
  3. ↑ «Locanda Cipriani». Consultado em 22 de abril de 2015. Cópia arquivada em 21 de abril de 2015
  4. ↑ «Chi è Caterina Varzì, moglie di Tinto Brass». Viaggi News (em italiano). 10 de julho de 2010. Consultado em 25 de agosto de 2020
  5. ↑ «Tinto Brass candidato con i Radicali». La Stampa (em italiano). 22 de janeiro de 2010. Consultado em 25 de agosto de 2011
  6. ↑ «Cinema: Tinto Brass e' grave». ANSA (em italiano). 18 de abril de 2011. Consultado em 25 de agosto de 2011
  7. ↑ «Morreu Tinto Brass, grande mestre do cinema erótico». CNN Portugal

Ligações externas

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O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Tinto Brass